domingo, 8 de fevereiro de 2015

PERMITA-ME O TALVEZ





Deixa que te confesse ao acaso
O olhar libidinoso que tenho ao te olhar
A salivação intensa, ao te imaginar,
Deixa, entre o SIM e o NÃO, que o talvez apimente,
Experimente de mim cada reticência
Cada expressão evasiva,
Ao dizer-te não, sem jeito, e sem querer,
Deixe que te mostre entregue,
Em pelo,
Lasciva e safada,
Que o caminho da tua cama,
Pode ser conhecido amanhã,
Mas hoje, fêmea,
Quero ser cortejada, conquistada,
Seduzida e apaixonada,
E só amanhã te seguirei, nua
Completamente sua...

Vera Celms
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